CRIPTOMOEDAS: UM “VILÃO” AMBIENTAL

Autores

  • Mickael Ferreira Alves AESA/FACCON

Palavras-chave:

Carbono, Criptomoedas, Mineração, Poluição, Tecnologia

Resumo

Todo efeito econômico possui um efeito jurídico acoplado. Nesse sentido, o papel do Estado se torna fundamental para uma adequada regulação financeira do país. No entanto, tudo isso tem sido colocado à prova desde o surgimento das criptomoedas, em 2008, logo após a crise dos bancos norte-americanos, que revelou toda a fragilidade do sistema financeiro. O presente trabalho tem como objetivo demonstrar que o Bitcoin, criptomoeda baseada em tecnologia Blockchain, foi apontado por vários estudos e mapeamentos como um vilão na emissão de carbono. Isso ocorre pelo fato de que os computadores de alta potência demandam muito consumo de energia para o chamado processo de mineração. Os objetivos da pesquisa foram demonstrar como as criptomoedas podem ser grandes causadores de poluição ambiental com a emissão de dióxido de carbono. Nos resultados e discussões da pesquisa foram abordados que apesar da utilização de fontes renováveis, o impacto negativo ainda é significativo. E nas conclusões espera-se que projetos sejam utilizados pelas empresas visando uma melhor sustentabilidade com a compensação na emissão do dióxido de carbono.

Biografia do Autor

Mickael Ferreira Alves, AESA/FACCON

Advogado. Presidente da Comissão Especial de Direito Tributário na OAB em Belo Jardim/PE. Mestre em Gestão Empresarial pela UniFBV. Especialista em Direito Processual Civil pela Uninassau em parceria com a Escola Superior de Advocacia do Estado de Pernambuco-ESA/PE. Especialista em Direito Tributário pelo IBET/SP. MBA em Contabilidade, Gestão Tributária e Auditoria pela Faculdade Estratego. Professor Universitário.

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Publicado

2022-12-31

Edição

Seção

Artigos